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terça-feira, 24 de agosto de 2010

TOME NOTA



Na sequencia do texto anterior, chamo ainda a vossa atencao para as breves notas que se seguem: 

1.  Depois de derrubar o governo legitimo do PAIGC e colocar no governo UMA SOCIEDADE DE CASTANHAS DE CAJU orgulhosamente planeada e concebida por Sua Exa. Sr. Professor Dr. Incoerente Camaleao, a Republica da Guine-Bissau entrou imediatamente, numa guerra contra os designados, Rebeldes de Casamansa, e onde pereceram centenas de jovens guineenses;
2.  Hoje, o Primeiro Ministro de entao Governo de Iniciativa Presidencial, Dr. Aristides Gomes, esta refugiado em Dakar - provavelmente, pelos bons servicos prestados a causa senegalesa; 
3.  Nesta data, 23/08/2010, entraram em Bissau mais ofertas de Governo senegales: viaturas de luxo e autocarros de 45 lugares, precedidas de oferta de 100 toneladas de acucar na semana finda;
4.  Tudo isto, quando um cidadao guineense tem de desembolsar uma fortuna para atravessar o territorio senegales... 
5.   Tudo isto, quando criancas guineenses sao maltratadas e colocadas em servicos forcados nas principais vias publicas de cidades senegalesas;
6.    Tudo isto, depois de breves mas muito intenso, trocas de tiros na primeira metade de decada de noventa - situacao a que se seguiu um silencio absoluto dos nossos dirigentes.

Uma estranha paixao, diria!


De facto, estou muito preocupado com a natureza das nossas relacoes com a Rep. Senegalesa! 
Gostaria de saber o que pretendem, agora, com os novos dirigentes do nosso pais? Sem ignorar que o actual Presidente da Republica tambem em Dakar se exilou, desde que perdeu para Nino Vieira as presidenciais de 2005!
Na nossa terra, existe um proverbio muito popular entre nos:


"Sambassuga nunca ka murdi sim supra"!


Seria bom que, desta vez, estivessem de "BOA FE"!


Mantenham os vossos olhos nos vossos defrontes, para nao deixarem de ser olhos!
Que eu tambem farei o mesmo!
Em prol de um futuro melhor para o nosso glorioso povo, guineenses, gente de brandos costumes!


IRodrigues
Em alerta!

COM OS NOSSOS VIZINHOS DEVERIA PREVALECER UMA RELACAO FRANCA, SOLIDARIA E DE RESPEITO DA SOBERANIA DE CADA UM - blufondam

 O general Tagme Na Waie estava certo quando dizia - e disse-o algumas vezes - que o seu destino e o do Presidente Nino Vieira estavam ligados e que se ele morresse Nino morreria também. Depois de um passado turbulento de inimizades, os dois homens mais poderosos da Guiné-Bissau mantinham uma convivência artificial desde que o Presidente Nino Vieira regressou ao país em 2005 após um exílio de seis anos em Portugal.


Quando voltou e venceu as eleições presidenciais, Nino Vieira optou por um discurso de reconciliação. Estendeu a mão a militares, inimigos do passado. Um dos principais destinatários dessas suas mensagens de reconciliação foi justamente o general Tagme Na Waie.

O general fazia parte da Junta Militar do brigadeiro Ansumane Mané que derrubou Nino Vieira no conflito de 1998-1999 e, na ausência de Nino do país, tornara-se entretanto chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

Além de terem sido inimigos nessa guerra, diz-se de Tagme Na Waie que, muitos antes disso, terá sofrido na pele a tortura do regime de Nino Vieira quando este travava uma luta contra a ascensão dos balantas, etnia maioritária de que Tagme Na Waie fazia parte.

Assim, quando em 2005 Nino voltou a Bissau e venceu as presidenciais, a grande questão que dominou conversas e alimentou receios foi a de saber como poderiam os dois homens conviver. Também se questionava como poderia Nino Vieira coabitar com o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, com quem entretanto se incompatibilizara mas que tinha vencido as legislativas de 2004.

Com efeito, assim que tomou posse, Nino Vieira demitiu Carlos Gomes Júnior e nomeou Aristides Gomes, da sua confiança. O mesmo não pode fazer com Tagme Na Waie, apoiado pelas chefias militares balantas, maioritárias nas Forças Armadas guineenses. Com esses apoios, Tagme Na Wai teria porventura condições para recusar o regresso de Nino Vieira. Mas, segundo se disse na altura, sem confirmação oficial,
Na Waie terá dado luz verde para o regresso do rival a Bissau, depois de intensas negociações, garantias e eventuais pagamentos, que envolveram governos regionais como o Senegal e a Guiné-Conacri, cujo Presidente Lansana Conte, entretanto falecido, era principal aliado de Nino Vieira.

Desde o regresso de Nino a Bissau, uma situação explosiva entre duas alas militares – uma afecta a Nino Vieira e a outra, com mais peso, balanta, e próxima da ex-Junta Militar que o derrubou há dez anos – era esperada. E a estes conflitos do passado, acrescentou-se um dado novo: a Guiné-Bissau tornou-se um importante ponto de passagem da droga da América Latina para a Europa. Os interesses à volta do tráfico podem ter exacerbado tensões ou, pelo contrário, servido para manter uma calma precária. Até hoje

Fonte:Jornal Publico - Portugal 02 Marco 2009

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

blufondam mudou o curso do Rio!... Por um futuro melhor!





Presidente Malam Bacai Sanhá nega ter pedido a vinda de tropas 
- 19-Aug-2010 - 17:08 

O Presidente da Guiné-Bissau negou hoje ter solicitado a vinda de forças estrangeiras para a estabilização do país, como foi noticiado com base numa alegada informação avançada pelo presidente da Nigéria na sua qualidade de presidente em exercício da CEDEAO (ver Manchete). 

“Se eu tivesse feito esse pedido apresentaria documentos”, afirmou Malam Bacai Sanhá em declarações à Agência Lusa e RDP-África. 

Com a insistência dos jornalistas, o Presidente guineense limitou-se a negar que alguma vez tenha feito qualquer pedido no sentido da vinda 600 militares, tal como foi noticiado pela imprensa citando o chefe de Estado da Nigéria, Goodluck Johnatan. 

“Se eu tivesse feito esse pedido vocês saberiam”, acrescentou o Presidente da Guiné-Bissau. 

No entanto, Malam Bacai Sanhá afirmou que estará disposto a participar em qualquer reunião da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental convocada pelo presidente nigeriano, agora também presidente em exercício daquela comunidade. 

A Agência Associeted Press (AP) escreveu quarta-feira que Goodluck Johnatan afirmou que vai ser convocada uma reunião extraordinária, no próximo mês de Setembro, na qual alguns chefes de Estado vão discutir a possibilidade do envio de um contingente militar de 600 homens para a estabilização da Guiné-Bissau. 

“Ele que é o presidente (em exercício da CEDEAO), se convocar uma reunião vamos lá estar, de certeza”, notou Bacai Sanhá, que falou à saída da sede do Parlamento guineense onde presidiu a abertura oficial de uma conferência nacional para a paz e desenvolvimento. 

Fonte: Noticias Lusofonas


«País precisa formar seus militares, em vez de pedir missão de estabilização»
13-Aug-2010 - 16:12 

O representante do secretário geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Joseph Mutaboba, afirmou hoje que, “se calhar”, o país precisa mais de dar formação aos seus militares do que de pedir uma força ou missão de estabilização, assunto em debate entre os guineenses e uma parte da comunidade internacional.

Falando em conferência de imprensa, Mutaboba disse que, do seu ponto de vista, ainda que não tenha recebido qualquer indicação oficial das autoridades sobre o que realmente se pretende, a Guiné-Bissau talvez precisasse mais de formação local dos seus militares.

“Quando falam de uma força de estabilização devem saber que isso implica vários aspectos, desde logo, a presença de muitos militares. Porque não observar aqui os militares que têm aqui? Ver o que é preciso fazer por eles, se são formados ou não. Dar um carácter profissional às Forças Armadas. É isso que falta”, indicou o responsável da ONU em Bissau.

“Se tiverem umas Forças Armadas profissionais não precisarão de uma missão de estabilização”, sublinhou Joseph Mutaboba, em conferência de imprensa, no final de uma reunião com elementos da comunidade internacional, um encontro que serviu para trocar informações sobre a situação política na Guiné-Bissau.

Mutaboba disse que a ONU, em Bissau, ainda não foi contactada pelas autoridades sobre o que se pretende realmente fazer, mas caso venha a ser solicitada estará disponível para dar início ao processo de formação dos militares.

“É preciso trabalhar depressa, nesse sentido, sobretudo para proteger as instituições democráticas deste país”, frisou o representante do secretário geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau.

“Não podemos fazer nada, sem que antes haja um pedido das autoridades deste país. Apenas mediante este pedido é que podemos iniciar esse trabalho de formação, de reciclagem, ou de reforma daqueles que devem ir para a reforma”, notou Joseph Mutaboba.

Contudo, Mutaboba também sublinhou que a ONU deixa ao critério das autoridades e do povo guineenses a decisão sobre se o país precisa ou não de uma força ou de uma missão de estabilização.

“A eventual vinda dessa missão é uma questão que deve ser tratada pelos nacionais guineenses. Se as autoridades acharem que deve ser o caso é uma decisão soberana, e aí a ONU não tem nada contra”, destacou o diplomata das Nações Unidas.

“Se me disserem, no final do dia que precisam de uma força ou de uma missão de estabilização nós, enquanto comunidade internacional, é nosso dever ouvir-vos e apoiar-vos. Se me disserem precisamos disto, vamos analisar o pedido e dar a nossa resposta favorável ou não”, acrescentou Joseph Mutaboba.

O representante de Ban Ki-Moon frisou, no entanto, que nem sempre o pedido das autoridades nacionais coincide com a visão da comunidade internacional.

“Nem sempre a comunidade internacional responde favoravelmente. Quando sabe que, no foro íntimo das pessoas, não há convicção não se apoia. Mas, se o Presidente, o Governo, as autoridades militares optarem por essa via, a comunidade internacional irá analisar a questão e dar uma resposta”, concluiu Joseph Mutaboba.
Fonte:Noticias Lusofonas

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

COMUNICADO DA RESPONSABILIDADE DO AUTOR (Pivot guineense, Umaro Djau)

Forca ermon! blufondam
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Amigos / Amigas:

Convido-vos a sintonizar a Rádio www.afrowave.com através da Internet no dia 20 de Agosto (sexta-feira) nas seguintes horas:

11H00 - Costa Leste dos EUA (-3 horas na Costa Oeste)
12H00 - Brasil (Brasília)
14H00 - Cabo Verde
15H00 - Guiné-Bissau
16H00 - Portugal, Angola
17H00 - França, Alemanha, Holanda, Suíça, Moçambique

Serão umas três horas de música e muitas outras novidades no mundo do entretenimento. Poderão fazer os vossos pedidos musicais adicionando afrowave@hotmail.com à sua conta de MSN.

Participem e ajudem na divulgação desta emissão via Internet.

Conto convosco e muitos abraços!


| Umaro Djau |
| Telefone Móvel: +1-404-723-7225 |