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sábado, 11 de setembro de 2010

SENEGAL - GUINE BISSAU, "UMA ESTRANHA PAIXAO"

Criancas talibes guineenses acompanhadas por um grande amigo  de Guine-Bissau - jornalista portugues Luis Castro


Para "blufondam", era um dos aspectos dessa "paixao oeste africana":

"Criancas guineenses sao maltratadas e colocadas em trabalhos forcados nas vias publicas das principais cidades senegalesas".

Ora, acabei de ser informado sobre a deliberacao de um tribunal senegales, que condenou mestres coranicos (marabouts), por causa das referidas practicas.
Ressalvo ainda que, as criancas senegalesas tambem sofriam e sofrem sob o regime educativo desses mestres.

Bem haja Africa Negra

IRodrigues
EXIGINDO RESPEITO AO FUTURO DE AFRICA E DO MUNDO - AS CRIANCAS!
PARABENS AS ORGANIZACOES E INDIVIDUOS QUE SE DEDICARAM A ESTE IMPAR  ASSUNTO!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

GUINE-BISSAU 1 - QUENIA 0

Os politicos que metam isto nas suas cabecas:               ACTUALIZADO

1.  Nos, os guineenses, nao somos os mais incapazes de Africa - hoje todos os dados indicam que sim;

2.  Nos, os guineeses, homens e mulheres, somos dos mais bem comportados de toda a Africa - este pormenor e muito importante na organizacao de trabalho e persecussao de objectivos (se considerarmos estereotipos culturalmente negativos como a inveja e calunias, o saldo sera sempre positivo);

3.  Nos, os guineenses, fomos uma forca activa na libertacao de Portugal, 25 de  Abril de 1974, e abrimos directamente, as portas de liberdade para os nossos irmaos de Cabo Verde - nao obstante hoje em dia, nao somos convidados para as festas de 05 de Julho;

4.  Nos, os guineenses indirectamente, abrimos as portas para que os nossos irmaos de Angola, Mocambique e Sao Tome e Principe tambem se libertarem do jugo colonial e fascista Tuga;

5.  Nos, os guineenses, se hoje ninguem nos respeita, sabemos todos que a culpa e de nos proprios, mas sobretudo, de qualidade e performance dos nossos politicos...

6.  Nos, os guineenses, precisamos de acreditar em nos mesmos - "um pouco de auto-estima", citando o nosso querido Bispo D. Jose Camnate - para usufruirmos do nosso merito no convivio das Nacoes do Mundo.

7.  Nos, os guineenses, em situacao de conflito e tomando em consideracao os musculos dos nossos vizinhos (Norte e Sul), aritmeticamente a proporcao sera "de 1 para 10" - citando Tagme Na Waye 1998/1999.

8.  E Ainda me sussurram o que sobre as nossas gloriosas forcas armadas, quando OS SENHORES, POLITICOS FODOKOS, JAMAIS EXPERIMENTARAM EXERCER OS PODERES E AUTORIDADES QUE A CONSTITUICAO VOS CONFERE... COMODAMENTE, AGUARDARAO POR MAOS MAIS PERFEITAS, AS MAOS DOS DEUSES, MAS EM RELACAO AOS VOSSOS ORDENADOS, MORDOMIAS E PRIVILEGIOS, TEEM ATITUDES VERTICALMENTE OPOSTAS! PORQUE??? 

Ha quanto tempo que nao partilhavamos sentimentos comuns como os que estes jovens nos proporcionaram com esta grande victoria sobre Quenia.
Agora vamos tratar dos "cornos" de Palancas Negras! Que nao voltarao a ferir ninguem!
FORCA GUINEENSES
CONGRATULACOES A FEDERACAO (LOBATO E SUA EQUIPA),  AO NORTON E SEUS PUPILOS!
PORTEM-SE BEM!
CONGRATULACOES A PRESIDENCIA E AO GOVERNO, PELA FORMA COMO SE COMPORTARAM E GERIRAM ESTE ACONTECIMENTO!


Ate ao MUNDIAL! - conforme S. Exa. Sr. Presidente da Republica.

IRodrigues
MUITO CONTENTE E POLITICAMENTE INCORRECTO!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

KANKURAN DI MANSABA TCHIGA LISBOA - Cumprimentos!

Activista dos Direitos Humanos pediu asilo político a Lisboa 
- 31-Aug-2010 - 11:30 

O activista guineense dos Direitos Humanos, Mário Sá Gomes, que esteve refugiado na sede das Nações Unidas em Bissau, está em Portugal e é um dos oito guineenses que este ano pediu asilo político às autoridades portuguesas. 

“Iniciei o processo em Abril do ano passado e vim para Portugal em Dezembro”, contou Mário Sá Gomes à Agência Lusa. 

Em 2007, este guineense esteve refugiado na sede das Nações Unidas em Bissau, na sequência de uma polémica com os militares sobre o tráfico de droga na Guiné-Bissau. 

Mário Sá Gomes sugeriu ao Presidente guineense da altura, João Bernardo “Nino” Vieira, que demitisse as chefias militares, por nada fazerem contra o tráfico de droga no país. 

Numa entrevista à Agência Lusa, o activista dos Direitos Humanos relatou que “chegavam aviões, aterravam nos aeroportos e nas pistas, descarregavam cocaína, ninguém se responsabilizava pela situação e aquilo tornou-se num caos”. 

“Não havia Estado. Estava quase todo o mundo envolvido, desde Forças Armadas a indivíduos no Governo”, disse. 

“Não quero identificar ninguém, mas não é possível que um avião chegue a um país, em plena luz de dia, e aterre no aeroporto nacional ou na base militar sem que ninguém esteja a par do que se está a passar”, defendeu. 

Para Mário Sá Gomes, um dos grandes problemas da Guiné-Bissau passa pela politização das Forças Armadas. 

“As Forças Armadas foram politizadas. Aí é que está o problema central. Não foram as Forças Armadas que empobreceram o país, foi a corrupção. Nem foram as Forças Armadas que criaram a instabilidade política, isso é um conflito interno dentro dos partidos que depois envolvem os militares para resolverem o problema”, afirmou. 

O activista considera que a “Guiné só precisa de políticos que tenham a coragem de dizer a verdade e de fazer as coisas de forma justa”. 

Mário Sá Gomes defendeu ainda que o primeiro-ministro e o Presidente da República devem demitir-se se não conseguirem encontrar uma solução. 

“Em sociedades organizadas, um Presidente da República ou um primeiro-ministro demitem-se se não têm condições para gerir situações. Se não podem gerir a situação, devem demitir-se”, sublinhou. 

Da mesma forma, afirmou que “se o Chefe de Estado-Maior não controlar as Forças Armadas deve demitir-se”. 

“Tagmé (Na Waié) não tinha controlo e deu no que deu”, exemplificou, referindo-se ao Chefe de Estado-Maior que foi assassinado a 1 de Março 2009. 

Em Lisboa, à espera de uma resposta ao pedido de asilo, Mário Sá Gomes não sabe se um dia regressa a Bissau, mas promete continuar a intervir, mesmo à distância, para melhorar o seu país. 

“Vou continuar a enviar mensagens, a dar conselhos e a pedir apoios para a Guiné-Bissau. O país não pode continuar como está”, afirmou. 

Fonte: Noticias Lusofonas