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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PARABENS AO DR HELDER VAZ

O Blufondam congratula-se com a vossa eleicao a presidente do partido politico R.G.B. Que as vossas nobres intencoes se concretizem sem grandes percalsos e/ou enfrentando e transpondo todos os obstaculos.
O Administrador do Blufondam nao esconde a sua admiracao pelas suas qualidades pessoais e forma de lideranca durante o periodo que partilhou convosco nos derradeiros anos 90 e principios da primeira decada deste seculo!...

Porem, hoje, o tempo e outro, completamente diferente. O pais beneficiou de um novo ambiente politico, nao obstante os problemas vividos em termos de direitos humanos, bastando para tal, olharmos para os perfis de candidatos a Presidencia da Republica. Este fato anuncia as `Boas Novas` que ai advirao para o povo da Guine-Bissau.

O pais precisa tanto de largos e inteligentes concensos como de boas e inteligentes condutas em termos de lideranca - visando devolver vida e alma a Republica da Guine-Bissau e ao seu povo! 

Saudacoes patrioticas,
Blufondam

domingo, 24 de novembro de 2013

UMA GRANDE E BOA NOTICIA PARA O PLANETA TERRA

Deram conta dos acontecimentos recentes no mundo que igualmente, lhes pertence e estao radiantes!
Japao, so espera sanear o problema nuclear de Fukushima, daqui ha 40/50 anos!...
Chernobyl... dispensa comentarios!!!
RUSSIA: Aproveito esta ocasiao para pedir a Russia a libertacao de homens e mulheres da Greenpeace, se faz favor!
EUA: Obama, permita-me recordar-lhe que tres pessoas, ativistas cristas, encontram-se presas, acusadas de invasao de instalacoes nucleares!... Neste Natal, mexa a Sua caneta de ouro, Obama!...
http://www.theguardian.com/world/2013/oct/04/nun-protesting-nuclear-weapons-denied-appeal
FORCA, OBAMA/KERRY!!!
FORCA, AOS NOVOS DIRIGENTES DO IRAO POIS, QUEM SOFRIA AS CONSEQUENCIAS DOS EMBARGOS ERA O POVO IRANIANO!...

http://www.publico.pt/mundo/noticia/acordo-nuclear-alcancado-com-irao-permite-criar-um-mundo-mais-seguro-diz-barack-obama-1613738

O POVO SIRIO CONTINUA, DESESPERADAMENTE, A VOSSA ESPERA!!!

http://www.publico.pt/mundo/noticia/na-siria-as-criancas-morrem-a-caminho-da-escola-ou-na-fila-para-o-pao-1613751

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A CULTURA GUINEENSE E O PROPRIO PAIS, ACABARAM DE PERDER ZECA - DEPOIS DO ALIU HA CERCA DE DOIS MESES!...

A GUINE-BISSAU HA-DE SABER HONRAR OS NOMES DOS SEUS GRANDES E BONS FILHOS!

Zeca, para alem de um grande e historico artista musical guineense, era tambem um grande humorista, marido e pai, que deixa um igualmente, grande vazio nos coracoes de todos os que tiveram o privilegio de, alguma vez, beneficiar do seu convivio.

A esposa, filhos, sobrinhos e familiares e amigos em geral, o Blufondam informa a todos que se juntou ao choro espiritualmente e deseja ainda transmitir os seus ardentes votos de rapida recuperacao de todos, desta terrivel perda!

PAZ ETERNA A SUA ALMA NA COMPANHIA DE TODOS OS QUE JA PARTIRAM DO NOSSO MUNDO!

Blufondam

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O MURCHAR DE UMA GRANDE FLOR DE LIZ

O Helder acabou de partir em direcao aos Ceus da Guine-Bissau. O Helder foi ao encontro do Pai Todo Poderoso e Criador de todas as coisas visiveis e invisiveis.

Um grande escuteiro, um grande amigo com reconhecida qualidade de ser amigo de toda a gente. Uma personalidade cheia de carater, engracada e dinamica, que tornava o Helder numa pessoa invulgar.

Ha varias decadas que nao o via e quao surpreendente, agora, saber dele nas atuais circunstancias!... Obviamente, triste, muito triste noticia!

Nao sai do meu pensamento de que os Antigos Escuteiros da Guine-Bissau teem uma importante funcao a desempenhar nas atuais circunstancias que o nosso pais atravessa porque, de outro modo, para que serviu toda essa manancial de aprendizagem extraordinariamente humanitaria sobre a vida, a sociedade, a nacao e a natureza!...

Fisicamente, o Helder, se quiserem `Capadur`, ja nao conta. Todavia, que nao haja duvidas de que o seu espirito estara sempre na nossa companhia, em todas as reunioes, atividades e acampamentos.

Ao lado dos jovens adolescentes do Corpo Nacional de Escutas (C.N.E.) da Republica da Guine-Bissau, havemos de erguer os `FIRKIDJAS` do C.N.E.-Guine-Bissau. Portanto, caro leitor, aproveito esta despedida ao Helder, para exibir a nossa invulgar insignia de `SEMPRE ALERTA` numa Flor de Liz, para vos anunciar a necessidade de, a nossa maneira, nos organizarmos para acudir o nosso pais, quanto a satisfacao de necessidades humanitarias varias e diversificadas - repito, UMA `BOA ACAO` A NOSSA MANEIRA!...

"O Escuta e amigo e irmao de todos os outros Escutas`!

Tenha paz eterna a tua alma! A tua familia vao sentidas condolencias e votos de uma recuperacao rapida deste terrivel sofrimento! Estamos juntos!

Saudacao Escutista,
`Boa Caca`

I Rodrigues
Wales, Reino Unido, 01 de Agosto de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

SYRIA, SYRIA, SYRIA

O POVO SYRIO ESTA A PASSAR POR ALGO QUE JAMAIS IMAGINOU!...

MAIS DE 93 MIL MORTOS DESDE MARCO DE 2011...

POREM, NEM TODA A GENTE E INDIFERENTE A ESSE CLIMA DE TERROR E SANGUE E, SE VOCE E UMA DELAS, NA MEDIDA DAS SUAS POSSIBLIDADES, PASSE A ACAO DIRETA ATRAVEZ DE ORGANISACOES HUMANITARIAS IDONEAS NO TERRENO.

INFORME-SE MELHOR ATRAVEZ DO SEGUINTE WEBSITE:

http://www.oxfam.org.uk/?cid=disp_essence_brand

OS POLITICOS HAO-DE CHEGAR TARDE DEMAIS, PARA MUITOS DOS CIDADAOS DA SYRIA - ASSIM ACONTECEU NA MAIOR PARTE DOS CONFLITOS CONTEMPORANEOS!!!

Blufondam

sábado, 18 de maio de 2013

AMILCAR CABRAL: COLABORE NA SONDAGEM SOBRE O ASSASSINATO DO SR. ENG. AMILCAR CABRAL. QUEM FOI QUE ACHA QUE TERA ORDENADO ESSA ACAO? Tambem, tenha em atencao os textos em jeito de reflexao sobre os diferentes estagios evolutivos da historia recente do nosso pais e seja testemunha do rigor nas analises do Administrador do Blufondam! Vote com um click unico no universo de respostas possiveis admitidas pelo Administrador do Blog - os resultados da votacao so serao conhecidos em 24 de Setembro de 2013 - estamos perante uma longa sondagem e cuja pertinencia tambem pode ser comprovada pelo texto a que levara o link. PARTICIPE!

As celebracoes desta efemeride (40 anos) deveria ser preparado com todo o cuidado, dimensao internacional e sacrificio que o momento que atravessamos exjge. Assim, uma Comissao Preparatoria (ainda que simbolica) dirigida por personalidades com reputacoes ao nivel do evento, sera determinante - sugiro o elenco que se segue:

  •  Lendario Combatente da Luta de Libertacao Nacional, Sr. N`Bana Cabra,
  • Comandante Pedro Pires,
  • Veterano Sr. Carlos Correia,
  • Representantes do PCP/Portugal
  • Sr. Dr. Manuel Alegre,
  • Sr, Dr. Mario Soares,
  • Lendario Combatente Sr. Otelo Saraiva de Carvalho,
  • Dignatarios da Republica Popular da China,
  • Dignatarios da Republica da Russia,
  • Dignatarios da Republica de Cuba,
  • Dignatarios do Reino Unido
  • Dignatarios do Reino da Suecia,
  • Dignatarios da Confederacao Helvetica (Suica),
  • Dignatarios do Reino da Dinamarca,
  • Dignatarios do Reino da Noruega,
  • Dignatarios da Republica de Finlandia,
  • Etc. etc. 
Avancem com mais ideias mas com a condicao de nao deixar cair o impato internacional na justa medida do carater e dimensao da personalidade de Amilcar Cabral!

Nos momentos mais marcantes para a imancipacao civica, o nosso povo, na sua luta, pude contar com gestos humanitarios e solidarios de certos povos amnates da Paz, Progresso e Liberdade no Mundo. Fizeram-no de forma simples e desinteressada. Contribuicoes qualitativas nos varios e diferentes dominios, provocando sinergias positivas com impatos inovadores diretos na evolucao dos acontecimentos, que haveriam de desembocar-se na libertacao do nosso povo e territorio nacional do jugo colonial do regime fascista Tuga, no dia 24 de Setembro de 1973.
40 anos depois, nao obstante o muito que ainda esta por fazer, vamos chama-los para virem ate Bissau e Madina Do Boe. O Blufondam esta certo e seguro da relevancia, orgulho e nobreza desta iniciativa, em cuja copa se registarao as devidas condecoracoes dos designados paises, pelo estado da Republica da Guine-Bissau. 

A NACAO GUINEENSE E UMA REALIDADE INDISCUTIVEL APESAR DE DIFICULDADES DE VARIA ORDEM QUE AINDA ATORMENTAM O SEU QUOTIDIANO!

Viva a Republica da Guine-Bissau!
Viva Amilcar Cabral e seus verdadeiros companheiros!
Viva o P.A.I.G.C.!

Blufondam

sexta-feira, 10 de maio de 2013

E CANTARAM AO GUARDA!... E SORRIRAM AO Dr. JUIZ!... GOD BLESS YOU!...

AMERICA (EUA):
http://www.publico.pt/mundo/noticia/freira-de-82-anos-condenada-por-invasao-se-complexo-nuclear-militar-nos-eua-1593857


Can the law and justice ever meet?

Can the law and justice ever meet?
By Michele Naar-Obed
Following on all that has been reported about the Transform Now Plowshares action and trial I wanted to add a couple more observations and what I think are inspired insights. I submitted these insights along with a few other questions to the legal and support team and now want to share them with our wider Catholic Worker community. They are given here in the form of excerpts from a letter I sent to the legal team:
It struck me that the govt or the corporations felt so threatened by Megan and Michael going to those congressional hearings that they tried to criminalize that by saying they violated a condition of release. I think this is very telling. Remember Greg’s closing statement with regards to the “Good Samaritan” parable. He said we have heard the cries of the people on the side of the road and there are many of them. We are trying to raise their voices, their voices and stories of oppression of fear of living under the threat of the bomb, of feeling the depredation and loss of life-giving resources plundered and squandered for the benefit of a few.
The prosecution badgered them about going to far. Why can’t they protest from inside the new hope building or the side of the road he asked over and over again?
They couldn’t because they needed to bring the voices of all those people on the side of the road directly to the beast. They marked the beast, they tapped on the shoulder of the beast and begged the beast to listen. Then they went to the people who feed the beast, the lawmakers and policy makers and begged them to listen too. They were begging them to stop feeding the beast with more money. And then they went to the courtroom to the jury in hopes of convincing them that they did this for them too. Megan tried so hard to get them to recognize the spiritual death so many of the workers have undergone by protecting that beast and remaining silent even as they watched their brother and sister workers get sick and die.
I really think that these are the things that the shadow government run by these trillion-dollar corporations want to silence. criminalizing them and locking them up is their attempt to assassinate the Word made flesh and carried by the Holy Spirit by the hands and feet of Megan, Michael and Greg and all of us who are supporting them. They are hoping that by criminalizing them especially by labeling them as terrorists, they will be able to defame their character and take away their credibility. But they must know that they have to do that to all of us because you can’t take away the Spirit as long as there are a few people to receive Her and welcome her. That’s what Catholic Workers do.
And now we are asking you, the lawyers in particular to bring this message into the judges chambers. This is where justice and the law has the opportunity to meet and this is where justice and mercy might kiss (I think that is from Micah). As you continue to analyse what happened in that courtroom and where you will go next with the law in this last phase of sentencing, I’m hoping you will consider these thoughts that the Spirit raised with me in the night.
Happy Mothers Day, Peace, Michele

Desporto: Performance de pivots da Africa Negra

Thierry Henry
http://youtu.be/XFLUY-vW6IY
Adebayor
http://youtu.be/aqUOSvH5bT8

quarta-feira, 8 de maio de 2013

HOMENAGEM A SIDONIO PAIS E `CAPAS NEGRAS`! A ASCENSAO DOS ESPIRITOS DE HEROIS GUINEENSES!

Combatentes da liberdade dos povos da Guine e Cabo Verde escutando a Radio Conakry  sobre o assassinato de Amilcar Cabral em 20 de Janeiro de 1973.
http://youtu.be/tKe6HNjU2H0
http://youtu.be/Au5ViTNgYiA
http://youtu.be/XwsuceaViBY
http://youtu.be/Mq67UqEECbg

quinta-feira, 25 de abril de 2013

GUINE, BISSAU E O 25 DE ABRIL DE 1974

Estes filhos do nosso glorioso povo organizaram uma Guerra contra um exercito poderoso e venceram. Em 25 de Abril de 1974, Bissau era uma cidade cercada e/ou quase cercada, pelas forcas do P.A.I.G.C., facto que justificou a criacao de uma cintura de seguranca, vedacao artificial revestida com minas anti-pessoais a sua volta. Tambem de recordar que nessa altura ja haviam registos de ataques ao Aeroporto de Bissalanca pelas forcas do P.A.I.G.C. que, pouco antes, enraivecidos/furiosos e que, portanto, supermotivados, em consequencia do tragico assassinato do carismatico e amado lider, Eng. Amilcar Cabral, teriam ja assumido os controlos de Guiledje e Madina do Boe - pois tinham a sua frente uma tropa portuguesa com moral muito baixo e sem vontade de combater e que, igualmente, desejaria o fim do regime fascista e opressor do proprio povo portugues, atravez da sua terrivel e temivel Policia Politica - a P.I.D.E./D.G.S....
Desta forma, abriram-se todos os caminhos para a libertacao de Portugal e consequentemente, de todas as ex-colonias portuguesas - com contribuicoes importantissimas dos esforcos e coragens de distintos filhos progressistas de Portugal (para alem dos Capitaes de Abril, que foram determinantes, destacando-se uma organisacao, o P.C.P., e individualidades como os Doutores Alvaro Cunhal, Mario Soares, Manuel Alegre e tantos outros), de Mocambique, Angola, Cabo Verde e Sao Tome e Principe, de se livrarem do regime fascista e colonial de Salazar e Caetano..
VIVA A REPUBLICA DA GUINE-BISSAU! VIVA O P.A.I.G.C.!
VIVA OS COMBATENTES DA LIBERDADE DAS PATRIAS DA GUINE E CABO VERDE!
UNAMOS MEUS IRMAOS, PARA PODERMOS USOFRUIR NA INTEGRA,  DO RESPEITO, HONRA E MERITOS DAS CONQUISTAS DESTES GUINEENNSES!

http://youtu.be/tyJBcVr9rmk
http://youtu.be/YFGRNDsYjp8
http://youtu.be/EfIyUkk_Eh0

sábado, 13 de abril de 2013

O QUE TORNA A GUINE DIFERENTE DE OUTROS PAISES AFRICANOS E DO MUNDO VERSUS A SUA POSICAO NO RANKING CONSTANTES NOS RELATORIOS DE TODAS AS AGENCIAS DAS NACOES UNIDAS

DISTRAIAM-SE PORQUE MELHORES DIAS VIRAO!
NA VERDADE, O FUTURO PROMETE E SO PENSANDO NISSO
O BLUFONDAM SENTE-SE BEM, COM BOA DISPOSICAO DE ESPIRITO.
COM O NOSSO EMPENHO SERIO E COMPETENTE,
IMBUIDOS EM CONDUTAS PESSOAIS NOBRES
NAS ORGANIZACOES
NACIONAIS E INTERNACIONAIS,
E AINDA,
COM AJUDA E GRACA DE DEUS
HAVEMOS DE CONSEGUIR...
PRECISAMOS DE PROTEGER A GUINE-BISSAU!...
ESSA TAREFA E DE TODOS OS QUE SE SENTEM FILHOS E AMIGOS.
ETICA TEM DENTES E MORDE A VALER QUANDO MORDE!
MEUS IRMAOS, A ETICA TEM DENTES - ACREDITE QUEM QUIZER. QUANDO VOCE, NO DESEMPENHO DE UMA FUNCAO, SEJA ELA QUAL FOR, QUER NO ESTADO, NO GOVERNO, OU NAS ORGANIZACOES,  FECHAR OS OLHOS A `MAS PRATICAS`, AS MESMAS ACABARAO POR CRESCER, DESENVOLVER E ATINGINDO A MATURIDADE, VOLTARAO ATE A SI E MORDEM COM TODA A FORCA!...
OS ACONTECIMENTOS DOS ULTIMOS TEMPOS, SAO RESULTADOS E BONS EXEMPLOS E QUE MERECEM SER DIFUNDIDOS NAS NOSSAS ESCOLAS.
Blufondam


segunda-feira, 25 de março de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Greeting! One world and all together!

Hello Belarus, UK and USA!
 
Good morning and enjoy Blufondam!...
 
Have your say through:

FOR ALL FRIENDS:
"(...) Bullying does not only afect young people. It can take place in adult life in the work place and examples can include spreading malicious rumours, or insulting someone by word or behaviour, ridiculing or demeaning someone, exclusion or victimisation, unfair treatment and deliberately undermining a competent worker by overloading and constant criticism".
Anti-Bullying Campaign, www.beatbullying.org
Chronicle, Thursday, November 15, 2012
 
LEARN, LEARN AND LEARN!

WHEN THERE ARE ISSUES PLEASE, ASK, ASK AND ASK AGAIN!

FRIENDS I SHOULD DISCLOSE TO YOU ALL THAT COMPLYING WITH THIS PROCEDURE WE SHALL AVOID ETHICAL EITHER MISCONDUCT OR DILEMAS SUCH AS THOSE AROUND INTEGRITY, JUDGEMENT, OBJECTIVITY AND PROBITY PRINCIPLES! 

For a better world!

ONE WORLD AND ALL TOGETHER!
 
i (coro)
Canta, canta, amigo canta
vem cantar a nossa cancao
tu sozinho nao es nada
juntos temos o Mundo nas maos
 
ii
 
Erguer a voz e cantar
E forca de quem e novo
Viver sempre a esperar
Fraqueza de quem e povo
 
iii
 
Viver em casa de tabua
A espera de um novo dia
Enquanto a terra engole
A tua antiga cancao
 
iv
 
Ja que me chamas amigo
Provas-me la o que tu es
Vem para a ceifa comigo
Na terra sujar os pes
 
v
 
Eu vou contigo p`ra o campo
E vou comer do teu pao
Tu das-me a forca da vida
E eu dou-te a minha cancao
Blufondam
Reino Unido
22/02/2013
SOB O LEMA `UM MUNDO MELHOR, PARA TODOS - P`RA MIM TAMBEM, CLARO! :)!`

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

JAMAIS SERA TARDE RECOMECAR A RECONSTRUCAO DE UMA NOVA GUINE-BISSAU, DIVERSIFICADA E UNIDA, POR UM FUTURO DIFERENTE PARA OS NOSSOS FILHOS! E, SE NAO DECIDIRMOS HOJE NAO SERA POR FALTA DE HOMENS E MULHERES CAPACITADOS PARA TAIS TAREFAS!

DIÁSPORA-FOBIA PROGRESSIVA NA GUINÉ-BISSAU

16.02.2013

A revolta recalcada e a separação da Diáspora Guineense dum regime político vigente no País natal nos anos/70 teve o seu início a partir da independência do regime colonial Português. Esta separação vista como fenómeno físico e psicológico de inibição e afastamento do País, teve os seus argumentos de acordo com a natureza e motivos implícitos/explícitos vivenciados por grande número de famílias guineenses, que perderam a sua estabilidade psicológica, material e social durante o período de readaptação ao regime pós-25de Abril. Um facto social resultante da defesa do indivíduo perante a situação complexa em que se encontrava no ambiente da política que se vivia na época.

Muitos cidadãos abandonaram, por opção, o seu País para irem viver longe da Terra que os viu nascer, não resistindo às novas exigências “ideológicas”, às condições de vida impostas pelo regime novo regressado da Luta de Libertação Nacional e, sobretudo, pelo medo da mudança como fenómeno desconhecido que gera até falsas interpretações.

Note-se no entanto este aspecto paradoxal, de alguém que vai a “fugir” daquilo que gosta mais, ou seja, do seu próprio País, para sobreviver longe, com mais dignidade, não tendo que se rebaixar, ser subserviente ao poder político instalado, consentir abusos perante ameaças e represálias, por ter vivido no País com o regime colonial, estando rotulado com preconceitos xenófobos e tribalistas, por vezes, sendo vitima de baixa política, que não garantiu justiça social num sistema de regime político partidário de si altamente “blindado”, porque insensível, para a sociedade encontrada com a independência e sobretudo os Bissau-Guineense, neste regime frio e insensível às diferenças encontradas no Povo circundante, não aceitou todos, pois escolheu e separou filhos da mesma Mãe, numa altura que o Partido deveria demonstrar uma “maternidade” exemplar. Não aconteceu, os filhos rebeldes e feios, foram maltratados, presos, torturados, e ninguém ficou com dúvidas de que este “Pai”, regressado da luta, afinal vinha de certo modo perturbado emocional e politicamente, pronto para um ajuste de contas com um certo número de pessoas, era agressivo e mau. A esperança de uma mudança de comportamento morreu na praia, durante décadas, ninguém percebeu este diagnóstico, desta nossa sorte fatal de quarenta anos lutarmos apenas uns contra os outros, o que provocou um abandono progressivo do País.

Toda esta metamorfose crítica e de crises constantes, mal interpretadas pelo poder político, complicou ainda mais a pouca confiança existente no novo regime. Muita coisa era mal percebida no seio do Povo (por exemplo os fuzilamentos em que a comunidade local era obrigada a assistir), uma sociedade exposta perante um poder que manipulou e perseguiu politicamente tudo e todos, os potenciais adversários e não simpatizantes do regime de partido único na época. Um certo número desta sociedade que viu suas vidas declinar ética, social, moral e materialmente em pouco tempo, instalando-se o medo, gradualmente foi-se perdendo “confiança” politica no novo regime, i. é, pouco tempo depois da independência, rotulados que estavam pelo regime, muitos partiram para sempre.

Situação relevante a anotar foi esta descriminação implantada pelo método selectivo de divisão entre os Guineenses com a conotação (revolucionário/simpatizante ou reaccionário/alienado) de bons e maus, em vez de trabalharmos todos juntos com determinação positiva para unir Guineenses, sem excepção, preferiram implantar manhas e manias políticas para dividir, com benefícios para uma minoria que conseguiu ascender despida, por vezes, de toda a afectividade de origem como pessoa, em substituição da família natural pela família “política” como prova de “amor” à ideologia do partido único. Veja-se hoje como muitos filhos da Guiné-Bissau passaram de promessas esperançadas num País novo e independente, para vítimas inocentes do mesmo regime político, ao qual juraram promessas, e pergunto porquê?

Alguns na sua grande maioria da “classe” media e média-alta guineenses, gente de bem e trabalhadora, com responsabilidades na manutenção e funcionamento do aparelho de Estado, foram levados a abandonar o barco, “fugiram”por pressões políticas tendenciosas, discriminatórias ou com ameaças por pressão psicológica, o que socialmente trouxe receio de uma convivência livre e espontânea que era habitual, fez muita gente que ama o seu País se separar dele, movida por um “divórcio” atípico (contra a vontade), induzidos à emigração forçada, para evitar o tratamento politico instalado.

Este sentimento discriminatório projectado na emigração é injusto e pré-conceituoso. Até hoje ainda se registam sinais de desconfiança, de parte a parte, entre Guineenses radicados no País em relação à Diáspora.

Quem reside no País não vê com bons olhos quem vive e trabalha fora, dando a ideia de se sentir “ameaçado”, existe uma preocupação velada quando o emigrante visita o seu País, em saber se é um regresso definitivo ou se é só para passar férias, o que causa um desconforto, parecendo que alguém quer ver o outro pelas costas, sendo um potencial “rival”, mais um na concorrência, talvez.

Certamente que não é generalizada, esta atitude, na sociedade Guineense, mas este ressentimento ganha notoriedade, mais nas fronteiras do campo profissional, e isto é muito mau, mau, porque estamos perante um complexo de rivalidade intelectual entre Guineenses, que afecta muito o nosso ritmo de desenvolvimento, na Guiné-Bissau, facto à vista de todos, pelo estado a que chegamos, sem uma política de reagrupamento de quadros Guineenses, o que levanta suspeitas, porque quem pode determinar esta acção politica são os que estão dentro e no poder, até hoje, nunca se mexeu nisto. Por isso há que investigar e analisar a retaguarda profissional fora do País. Afinal quem gosta disto no estado em que estamos? O Povo é que não camarada!

É bom lembrar que há uma perda gradual na quantidade de profissionais qualificados desde os anos /70 até hoje, este défice qualitativo e quantitativo registado a partir do abandono do País, por vários motivos, marcou definitivamente o atraso que se verifica hoje, portanto, estamos perante uma variável constante, derivada de condições materiais que potenciam e sublinham diferenças, pela negativa, na sociedade, que foram sublinhando este preconceito em relação ao Guineense que vive e trabalha fora do seu País, mas que é preciso mudar e todos juntos, reassumirmos uma Guinendade positiva.

Vitimas desta descriminação, transportam sequelas por reacção a este tratamento injusto e tendencioso, dado pelo regime político na altura, mantidos na linha limite que separa a Diáspora do País de origem e ainda, tratados como se fossem um zero à esquerda. Esta discriminação com efeito à distância, tem maltratado o estatuto do emigrante, até hoje, visto como um problema em vez de uma solução. Quando na realidade dos factos é, na verdade, uma solução positiva, embora secundarizada pela descriminação de que são vítimas. Há um complexo de separação irracional mantido até agora, embora hoje se verifique com menor incidência, por quem vive dentro do País. Hoje, já se respeita mais a imagem do emigrante, tanto do ponto de vista material, como social e cultural. É uma referência na sua família e não só, visto como um apoio vivo e participativo no plano da gestão e negócios da família, sobretudo em tempos de crise e na pobreza em que se encontram várias famílias, os que têm emigrantes sempre sentem as suas vidas apoiadas materialmente, como sabemos.

Há injustiças cometidas na interpretação do fenómeno da emigração, o emigrante, por vezes, não é compreendido, mas rotulado no seu próprio País por pré-conceitos contra a sua imagem material ou como Guineense que vive fora.

Por ironia da sorte, isto também acontece no País de emigração que o acolhe (por ex: se no estrangeiro Ele tira lugar aos nacionais de origem, no seu País natal, é porque regressou para tirar lugar ao irmão) causando sempre reacção menos boa da parte do emigrante, parecendo que o seu regresso ou chegada ao País de acolhimento está sempre carregado de suspeição. O que vem, por outro lado, confirmar a existência de um factor psicológico nesta “rejeição”, tanto no País natal como no de acolhimento, afinal todos olham com desconfiança para o emigrante, esse “contentor” de experiências humanas que nunca esquece os degraus que pisou para sair ou entrar do seu Pais ainda mais forte.

Não é fácil lidar com este fenómeno, antes pelo contrário, por isso emigrar é para os fortes, os determinados, com coragem, os que conseguem suplantar a solidão, a angústia de abdicar da família de origem, “comer o pão que o diabo amassou”, lutando para atingir os seus objectivos e colocar-se à frente, para conquistar um lugar ao sol com a sua competência, capacidade material, num País estrangeiro mas de acolhimento, para trabalhar, evoluir e prosperar com dignidade merecida, coisa que no próprio País não seria possível e, por isso saiu, é hoje emigrante com os olhos postos na Terra que deixou para trás.

Esta realidade discriminatória comportamental tem vindo a isolar a Diáspora Guineense, há décadas, do merecimento qualitativo por parte de um poder político, que nunca deu mostras objectivas de se preocupar com unir os filhos da Guiné-Bissau a partir de um pacote de medidas como projecto político, há nada neste contexto.

Senão vejamos, qualquer Presidente da Republica quando visita um País da sua relação diplomática, normalmente se reúne com a sua Comunidade na Diáspora, para se inteirar da sua situação social e de acolhimento, procurando saber se a relação institucional de cooperação entre Países neste âmbito está sendo cumprida. Pois então, no caso da Guiné-Bissau, nunca nada disso aconteceu, nunca nenhum Presidente Guineense honrou este contacto com a Diáspora, durante as centenas de visitas, ao longo de quarenta anos, e porquê perguntamos (há ou não há complexos, conflitos e descriminações entre uns e outros, não?), está até hoje sem resposta este capítulo da relação com o emigrante, desde a independência, os Camaradas Presidentes: Luís Cabral; Nino Vieira; Kumba Yála; Henrique Rosa; e, só não tenho a certeza se também, Camarada Presidente Malam Bacai Sanha, se alguma vez reuniu com a Diáspora Guineense nos Países que visitou, se aconteceu foi, por assim dizer, o único Chefe de Estado da República da Guiné-Bissau que o fez, como excepção à regra, com certeza. Isto faz acreditar na tese de rejeição aqui apontada, consciente ou inconscientemente, ela existe e é preciso eliminar este obstáculo na nossa sociedade.

Ainda por cima, por parte de um País que tem toda a necessidade de reunir a “prata” da Casa, não o conseguiu e nem conseguirá, sem primeiro acabar com este complexo de separação e descriminação dos filhos da Guiné-Bissau (dentro/fora).

Pense nisto, futuro Presidente da Guiné-Bissau, qualquer Ministério dos Negócios Estrangeiros tem trabalho “original” a fazer e de raiz, junto da Comunidade Guineense espalhada pelo mundo fora, penso. Não nos podemos dar ao luxo de menosprezar, ser mesquinhos, com a prata da Casa que se encontra espalhada pelo mundo. Primeiro de tudo, devemos colocar as pessoas (Guineenses) em primeiro plano, criando condições materiais com políticas objectivas para animizar situações de dificuldades de compreensão e entendimento nesta matéria, é tempo de ganharmos estatuto com a experiencia do emigrante, que detém um vasto conhecimento cientifico e tecnológico da sua experiência, sabedoria política e cultural, que transporta e detém como ferramenta de uso na emigração e, filtrarmos o que nos interessa. Não podemos perder mais tempo, hoje mais do que nunca, o País precisa de todos sem excepção. Precisamos de uma política clara, objectiva e aberta ao diálogo neste campo e noutros igualmente necessários, sem demagogias e outros complexos políticos desnecessários, é preciso olhar para todos os filhos da Guiné-Bissau com o mesmo OLHO, até prova em contrário.

Nostalgia e solidão fazem parte da memória avulsa centrada na Terra, recheada de crimes de sangue, abusos cometidos com total impunidade, quando se trata de “camaradas” do Partido como agressor, normalmente escapam à justiça, há dois pesos e duas medidas, mas também temos boas recordações, como a felicidade vivida com amor que ficou da Terra deixada para trás, que nunca esquece o emigrante. Esta separação angustiada da Diáspora, é uma realidade que se foi tornando cada vez mais complexa, exigente do ponto de vista sentimental, e difícil de resolver, perante dificuldade de adaptação sentimental do emigrante. Há outro obstáculo, o poder político e militar desde a independência, situações que exigiam especial sensibilidade humana, uma tolerância e engajamento gradual sem ferir a filosofia de base social Guineense, supostamente alicerçada na unidade nacional, unidade do Povo e suas aspirações de progresso e bem estar social, que deixou de existir, com muita pena, mas, se o homem pode por que não mudar o que está mal? Pergunto.

Há falta de tranquilidade social e de políticas objectivas para segurança dos cidadãos, é preciso identificar factos e factores que têm causado divergência entre guineenses (fora/dentro) e resolvê-los, para que possamos todos viver juntos numa Guinendade positiva.

É velho e careca o que vou repetir, refiro políticos do núcleo duro do regime do PAIGC na época, eles não conseguiram navegar nestas águas turvas do pós-independencia, na falta de ferramentas do reconhecimento social delicado, interpretaram menos bem alguns fenómenos sociais exigentes, para adaptação/readaptação perante mudanças que se impunham em quase tudo na época e, dos dois lados (Povo libertado e os libertadores) logo após a independência nacional. Contudo, qualquer independência trouxe sempre problemas, a nossa não foi excepção, mas é tempo de não continuarmos a chorar pelo leite derramado, avançarmos sem pestanejar, pois o Guineense é forte e corajoso, a história deste Povo o confirma, só haverá vitórias no futuro, acredito!

GUINEENSES; UNI-VOS!

Infelizmente, como resposta, constatamos que muita coisa correu mal e assistimos a derrotas internas entre políticos e militares sem o desejarmos, deu-se o nascimento de fantasmas, medos, perseguições e mortes (prisões, torturas e fuzilamentos) de figuras da sociedade civil, líderes da elite na comunidade. Pois não foi fácil para muitas famílias, que viram, no entanto, na emigração a única alternativa condigna para uma vida com Paz social, uma vida digna, mas noutra parte do mundo, que não a sua terra natal, abandonando o próprio país e deixando para trás o resto da família, Deus assim quis, “onde te sentires bem, é lá a tua terra” e assim tem sido na história da humanidade.

Com a independência, deu-se então o início da debandada progressiva de quadros técnicos Guineenses, que por arrastamento se alastrou às suas famílias, à medida que reuniam condições materiais, no País de acolhimento.

O País foi ficando sem uma quantidade significativa de “peças” fundamentais para reactivação e funcionamento normal do aparelho de Estado (tanto em qualidade como em quantidade), exigida para o desenvolvimento em curso no País. Esta realidade prejudicou muito o início do arranque da independência e continuou até hoje, sobretudo porque aqueles que asseguravam a máquina abandonaram, a substituição não se verificou por falta de pessoal qualificado, no exercício profissional.

Verificamos aqui com clareza esta evidência dos factos citados atrás, razão pela qual a doença do subdesenvolvimento vitimou o nosso País, a ponto do aparelho de Estado entrar em coma profundo, i. é, perante a fuga de quadros de modo progressivo, contudo, também não adiantou nada no sentido de mudança de rumo nas políticas, os líderes trataram “friamente” e com total desprezo esta situação real, em vez de criarem condições políticas de vinculação socioprofissional, menosprezaram quem saiu e continuou tudo na mesma, como se não fosse de extrema importância estudar a situação, na altura devida, analisar e adequar novas medidas e políticas de reequilíbrio/equilíbrio da gestão do pessoal administrativo, no sentido de travar uma morte-lenta na administração do Estado, afectando toda a sua dinâmica de desenvolvimento global do País.

Parece até que ninguém viu nada disto ainda, se ouviu ou falou-se parece mentira, mas nunca de um modo oficial viu-se na preocupação do Estado, percebemos então alguma leitura da elite política sobre este assunto óbvio e desgastante, se pensam não dizem ou não fazem nada para mudar as mentalidades, nesta matéria.

Tudo isto é realidade de factos passados no terreno, que conjugados, fundamentam a importância negativa deste afastamento compulsivo de Guineenses do País, em busca de vida e de felicidade possível pelas razões atrás citadas.

Razões essas, mais materiais do que políticas ou baseadas numa reacção a eventual comportamento militar negativo, na sociedade civil. Fazendo crer que, não obstante a derivação da má gestão politica deste regime político “jovem”, inexperiente em matéria governativa e institucional do aparelho de Estado, tudo junto, fez estagnar o País décadas mais tarde (um caldo entornado neste momento), encalhados na corrupção e políticas a nivelar por baixo, estamos todos metidos nisto, portanto, é salvar o único barco, Guineenses.

Penso que de facto o nosso grande problema na estagnação do País é ADMINISTRATIVO, é urgente uma reforma administrativa reparadora do aparelho de Estado da República da Guiné-Bissau, penso ainda que seja de facto o único método capaz de devolver uma relação de cultura institucional normalizada, devolver tranquilidade na relação de trabalho entre funcionários públicos e privados, para o País avançar.

Num período de seis anos, a partir de 1975/76, houve emigração significativa do pessoal técnico qualificado, que fez com que o País começasse a “mancar”, como já foi referido, adaptado a um ritmo mais lento, mas andando, embora com dificuldades, sobretudo nas áreas do funcionalismo público e tecnológico, na saúde e na educação, por falta de pessoal técnico com experiência no ramo, assistimos impotentes sem reconhecer este facto evidente, fingimos como se nada fosse e não podemos continuar, fingindo.

Só muito tarde se apercebeu desta proliferação e desgaste lento nesta matéria, invadindo o núcleo do Estado, na falta de competência técnica. Poucas possibilidades de manutenção do motor, dificuldade crucial, e cada vez mais difícil manter o Estado na rota acertada com os projectos do País, até que os “bons” se tornam escassos e, uma vez sem “ovos”, difícil é servir omeletas. Daí que, qualquer coisa como imitação é logo uma referência, muitos postos de elevada importância para o Estado foram geridos com pouco conhecimento, sobretudo na especialidade.

Sabemos bem que quando tiramos muitas vezes uma cópia a partir de fotocópias, com o desgaste natural deste “estímulo”, chegamos ao ponto de sacar uma folha em branco como cópia, é o exemplo disto, o impasse do nosso País no que concerne o seu projecto de desenvolvimento. Vemos um motor “parado” que anda e pára ciclicamente, até que apresenta um diagnóstico de debilidade, por ausência de estímulo positivo, uma inoperacionalidade resultante da desunião entre a “prata” da Casa a que chegamos, como coisas nossas, marcando passo com políticas a nivelar por baixo, só.

Difícil é recuperar este tempo perdido, mas é POSSÍVEL projectarmos para sair desta crise, voltar a rever os “originais” modelos de desenvolvimento sem complexos, enaltecendo tudo de bom que se fez até aqui, nestes quarenta anos de independência, tirarmos elações numa profunda reflexão, com a maturidade de quem apreendeu com os erros cometidos e está disposto a evitá-los, com consciência adquirida a partir de factos estudados e analisados.

O primeiro regime político de partido único penalizou forte e feio todo País, lidando mal com o convívio das ideias diferentes, na época, descriminou grupos com ideias diferentes das ideologias inspiradas na política de esquerda (Marxismos). Cedo conotaram como reaccionários aqueles que mais faziam lembrar os “tugas”, por dificuldades de adaptação à situação nova. Como também, e não tardou, viram nos Guineenses radicados fora do País, uma ameaça social e política para o normal funcionamento da sociedade Guineense.

Contra a Diáspora cultivaram (PAIGC) sentimentos de rejeição a partir deste conflito que trouxe desconfiança, retaliação, inveja deslocada e subjacentemente assumida na postura de Estado, pela agressividade gratuita explícita constatada no seu modo de actuação, com pouco fundamento racional e objectivo, que apenas baseado na crença política partidária ou “ideologia” do partido, o quero posso e mando vigorou como ”lei” sem obstáculos.

A “farda” de militância no PAIGC trouxe imediatamente o primeiro ciclo de oportunistas que manifestaram a sua simpatia pelo PAIGC, com muita dose de “graxa”, para serem aceites. Um ambiente que serviu para cimentar o carácter ou a falta dele, sobretudo na nossa juventude nos anos /70. Altura em que começaram a considerar também o emigrante dos anos/70, um potencial reaccionário e perigoso, na medida em que mais tarde traria de fora para dentro do País, os maus hábitos da ideologia imperialista, habituados que estariam no Ocidente Europeu e outros, a outras “liberdades” pouco recomendadas para a época que se vivia na Guiné-Bissau.

Este preconceito foi determinante, do ponto de vista selectivo (saber quem é quem) para se restabelecerem regras de aproximação/afastamento, registou com maior evidência e acentuação um poder insólito desta elite politica governamental do PAIGC, que ao mesmo tempo, provocou profundas roturas na sociedade, descriminações e injustiças, levadas a cabo na comunidade pelos Senhores do poder instituído, que normalmente impunes, continuavam, perante a crítica social.

Com forte influência no aparelho administrativo em todo o território nacional, sentimos desde a independência da Republica da Guiné-Bissau até hoje, e ainda existe, embora muito menos nos últimos anos, esta praga chamada “desconfiança” nos que vêm de fora para dentro do País, o emigrante.

Uma descriminação “forçada” que persiste em não valorizar o EMIGRANTE Guineense, uma desconfiança e receio que predomina dentro do País, mas que no entanto aceitando o seu dinheiro, entrar na Terra, nas participações comerciais e empresariais. Aproveito lembrar que até hoje O EMIGRANTE NÃO VOTA nas eleições, não participa na escolha dos líderes eleitos no seu País.

Talvez uma ameaça para alguns bem instalados da “classe” média alta ou mais acima…, os que têm condição material que permite um nível de vida de excelente qualidade material sem limitações, para muitos destes, talvez alguns, querem esta fatia significativa de irmão emigrante a permanecer ausente, até no “papel” (voto).

O grande Povo vai tendo um familiar fora, alguns vão podendo manter uma janela aberta para o exterior, na esperança de verem chegar algo de que precisam, como produtos de primeira necessidade, medicamentos, mesadas/dinheiro vivo, etc.

O emigrante, no seu estatuto natural de autêntico bombeiro voluntário, salva vidas da família carenciada radicada no País natal, porque estando fora, é sempre aquele que mais pode, material e financeiramente, um pouco mais, uma esperança de muitos Guineenses, cansados e carenciados, dentro do território nacional, que vão vendo uma luz no fundo do túnel, contornando a lei da vida. Ele ajuda a manter pequenos negócios, para subsistência de milhares de famílias. Temos como exemplo as empresas rodoviárias (Táxis, Toca-toca e outros transportes de passageiros, etc.), criadas a partir de negócio de emigrantes e não só, e com sucesso no País.

É preciso acabar com certos e determinados complexos em relação aos emigrantes Guineenses no seu próprio País. Reconhecer a sua importância (material, financeira, técnica e cientifica) na sociedade Guineense no seu todo.

Unir os Guineenses sem excepção, em torno das suas capacidades intelectuais, culturais, sociais e políticas, espalhadas no mundo, avançar rumo ao progresso definitivo.

Este conflito deficitário teve a sua raiz fundamental como “veneno”, criando fantasma do medo inter-pessoal gerado, que por consequência, perverteu a cultura administrativa vigente na época, e herdada do regime colonial que tecnicamente foi mergulhando numa imparável inércia.

Na base de medo pessoal do confronto de ideias, de competências, da disputa material, intelectual, competências técnicas especializadas e outros, fomos promovendo uma cultura de receio do alargamento de condições de liberdades na sociedade. Cultivou-se a ideia de que os mais inteligentes são os que concordam connosco (o que é falso), logo se sou um líder, os meus amigos serão os mais parecidos com o “poder” institucional que represento, neste caso, na época, seriam os simpatizantes/militantes do PAIGC partido único, que progressivamente veio a instalar o caos em que o País se encontra, porque se confundiu militância com meritocracia nas escolhas e preferências para ocupação de cargos públicos (isto é apenas como um dos motivos, há mais).

Os lugares de chefia na sua totalidade passaram a ser determinantes, o estatuto de confiança política, isto, como é óbvio, descriminou muita gente por excesso de zelo, na determinação do grau de aproximação/afastamento do Partido. Bons quadros, gente competente, tecnocratas, funcionários com muita cultura administrativa, pessoas necessárias como peças fundamentais do aparelho de Estado, foram deixadas ao abandono, ao sol e à chuva, por “chefes” que não estavam preparados para a condução de um carro automático. Uma das razões porque hoje somos forçados a andar de “carro” com menor competência mecânica, sem capacidades para competir numa pista de auto-estrada de desenvolvimento sustentado que a Guiné-Bissau se propõe.

Situação triste é esta que conhecemos e já bateu no fundo, a Guiné-Bissau, que só deitados a um nível abaixo do chão e levantados de seguida, com o País no peito, com uma energia para além das nossas forças, é que podemos retomar com vantagem o tempo perdido, com motivação renovada, recuperar rapidamente as peças necessárias e arrancar com tudo o que de bem e do bom se fez até hoje no território nacional.

Com coragem, fronte erguida e rosto sereno, enfrentarmos unidos, as novas batalhas, sem perder tempo com vinganças, ajustes de contas, corrupção passiva/activa, injustiças oportunistas, cobranças difíceis ou crimes selectivos. Pensarmos positivamente na recuperação de estados de espírito das pessoas desmotivadas, para juntos e unidos acreditarmos como Guineenses capazes de unir tudo e todos, num enorme cordão do tamanho da Guiné-Bissau e avançarmos rumo a bom porto, resgatando as conquistas da Luta de Libertação Nacional, este legado de diamante em estado bruto ainda, e lapidar a partir de melhores projectos para servir o Povo. Sem vender no entanto a Mãe, trabalharmos o corpo com a delicadeza de um filho que ama o que é seu e de todos nós, a Mãe-Terra.

O sistema administrativo no futuro (hoje já vem tarde) exige uma reforma urgente e altamente selectiva no aparelho administrativo do Estado. Porque ao contrário do que se pensa, o problema principal da Guiné-Bissau, não são os militares ou os políticos, como os únicos a dar que falar. A meu ver é mais um problema disfuncional actuante através do modo de interacção institucional deficiente que temos no País, por influência negativa da corrupção que afectou o Estado e grande parte do seu aparelho administrativo, trata-se de um défice Administrativo e Democrático no País.

Posto isto, é de realçar que estamos perante um espaço focal da doença, onde reside o “cancro”, que ainda é tratável, penso e digo isto com convicção e fé, nada mais.

Uma das terapêuticas assenta na promoção da meritocracia na sociedade Guineense como prioridade, um modelo de selecção técnico e profissional, reconhecido como motor actualizado nas sociedades modernas e progressistas, onde a igualdade de direito entre os cidadãos não pode ser descorada, beliscada, por complexos nenhuns (de compadrio, cunhas e o recurso a mover influência de apelidos sonantes, etc.), devendo ser logo “destruídos”, para evitarmos novos focos da mesma doença, prolongar-se o atraso e a discriminação do homem pelo homem, na Guiné-Bissau.

Muitos sectores e instituições vão ter que fazer o mesmo, urgentemente, reformar, reassumir novos estados de desenvolvimento para não estagnar ou regredir. Não há que ter medo da mudança, ninguém morrerá por isso, ninguém vai ser abandonado em “combate”, como também ninguém com menos agilidade e competência na actualidade, podemos permitir “envelhecer” num lugar isolado, sentado à frente de um”volante”de um carro que conduz mal, por falta de actualização da sua capacidade de condução, nisto temos de mudar e todos concordamos.

Ninguém uma vez substituído vai ser abandonado na “estrada” do desenvolvimento, nunca, continuará dentro, junto com o novo motorista e no mesmo carro (sociedade), merecendo ser transportado sem vexames, descriminações ou outras formas de abuso de direito.

Damos o mérito a quem fez o que pôde e da maneira como bem sabia fazer, sem poupar esforços.

Dizia um poeta anónimo “ os velhos sabem e não podem, os novos podem mas não sabem”, Eu aqui, proponho cruzarmos experiências de conhecimentos, para juntos continuarmos este longo caminho sem isolar os nossos “pais” dos “filhos” de forma descriminada, reunidos num mundo para “idosos” ou para os menos capazes e um outro, para o ditos “normais”, nunca faremos semelhante descriminação, penso, seremos capazes de cuidar dos nossos mais velhos com sempre nos ensinaram, acreditamos por isso apostamos na mudança e ponto final parágrafo.

Este respeito a que nos referimos não significa reconciliar por reconciliar e com o que está mal (o efeito paz podre), não é adoptarmos posturas hipócritas ou de bajulação perante o poder político, não é fingirmos não-ver ou ser “engraxadores”, também não é perdoar o imperdoável, não é consentir o retrocesso perante uma possibilidade contrária de evoluirmos positivamente, não é temos vergonha ou medo de dizer a verdade, doa a quem doer, não é branquear aspectos negativos da nossa cultura, não é ser ladrão em terra de cegos, não é ser bandido e defensor da corrupção no País, não é ser “polícia” política vivendo às custas da mentira e de esquemas da máfia instalada no poder, não é prestando mau serviço ao Povo, mas sim o inverso, é de facto, um assumir consciente do papel do cidadão na sociedade Guineense, como bom filho da Terra, prontos para o servir sem equivoco no exercício da cidadania, servir o Estado como pessoa de bem e nada mais, servir, só.

Aqui o respeito ou acto de respeitar, são o que vai permitir descobrir o melhor para nós (Povo), para o benefício de todos nós, respeitando as leis, a relação democrática e as instituições do Estado, sublinhar a liberdade de expressão e responsabilidade social do cidadão, tudo isto, como forma de melhorarmos a nossa conduta pessoal enquanto Guineenses e servidores do Estado, preservar pela imagem do País, dentro e fora do seu território nacional.

Posto isto, tenho a dizer e para terminar, que somos todos Guineenses, não vale a pena escolher onde não se deve, não é justo que o façam por oportunismo político ou outro, acabando por lesar o País, separando uns dos outros, que certamente beneficiaria com todos os seus filhos no mesmo colo “criativo” e de desenvolvimento sustentado, que tanto desejamos.

Aqui vos deixo mais um artigo de opinião/reflexão, num assunto sério que tem sido contornado evitando pôr o “dedo na ferida”…, mesmo que não o citem com referência do seu autor, ao menos, leiam analisando ponto por ponto, o interesse é comum e nosso, há vontade Guineense em ver tudo terminar com final feliz e unidos, nesta luta pela causa que é a Guiné-Bissau.

Djarama. Filomeno Pina. 

* Psicólogo clínico U.C.
Fonte: "Projeto Guine-Bissau Contributo"

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

CAF: Nigeria 1 - Burquina Faso 0


 Nigeria 1 - Burquina Faso 0
A Nigeria venceu a Taca das Nacoes Africanas no final disputado ontem (10/02/2013) na Africa do Sul com um unico golo da partida a seu favor.

O que nao compreendo e: chegado a esta fase desta dificilima copa africana, os nossos jovens choram por terem ficado no segundo lugar do "ranking"!?...

Sabiamos todos que era suposto haver apenas um unico vencidor. Mas tambem, que nao deixaria de ser prestigiante a posicao imediatamente a seguir a do vencedor e, por ai fora ate chegarmos ao ultimo - que desde ha muito se tornou em apenas seguidor/expetador da prova.

De ressalvar que, este tipo de efeitos psicologicos em campeonatos nao e problema isolado dos africanos, ou seja, pode ser encontrado em todos os campeonatos dos cinco continentes. Por isso e na minha modesta opiniao, a F.I.F.A. tem aqui exposta uma "dificil", talvez nem por isso, tarefa; de convencer e fazer valer uma nova filosofia desportiva em que a ideia basica devera exorcisar as proesas de quem teve o merito de ficar em segundo lugar nos campeonatos de futebol - nacionais e internacionais.

Parece estranho pois, estes efeitos negativos do segundo lugar so e apenas afetam o futebol!!! Da ginastica a Maratona de Fundo (10 000 metros) todos se poem a correr a volta dos recintos desportivos, por terem conseguido essa proeza - ficar em segundo lugar da prova! Porque razao os jornalistas desportivos nao conseguem resgatar os sorrisos dos futebolistas nessas circunstancias?!

A F.I.F.A. devera encontrar uma resposta eficaz...Marketing!

Congratulacoes portanto, a extraordinaria equipa do Burquina Faso!

Parabens igualmente, para a equipa cabo-verdiana, que levou e hourou o Mundo Portugues em Africa com brilhantes exibicao e postura desportiva - continuem a trabalhar!

Blufondam

sábado, 26 de janeiro de 2013

20 DE JANEIRO, DIA DOS HEROIS NACIONAIS E MAE DE TODAS AS TRAICOES!

ACTUALIZADO 12/03/13

Um pouco atrasado, mas isso pouco importa ja que se trata de uma abordagem essencialmente, de natureza historica :)!

Vou tecer aqui, hoje, alguns comentarios com intuito unico de mexer com o nosso quotidiano politico e a nossa memoria colectiva nomeadamente, das nossas Gloriosas Forcas Armadas Revolucionarias do Povo, do P.A.I.G.C. e Amilcar Cabral.

1. Forcas Armadas: As mudancas estruturais que se esperam no seio das Forcas Armadas, precisam ser bem explicadas, entendidas e ter em consideracao o equilibrio necessario em termos regionais, com exigencias, a nivel do ECOWAS, de transparencias a respeito do "poder de fogo" dos restantes paises vizinhos e amigos. Pois nunca se sabe :). Por exemplo: Quando se fala de exploracao e partilha de recursos comuns com a Republica do Senegal, so se ouvem 10% e ou 15% para a Republica da Guine-Bissau... Se, para evitar complicacoes no relacionamento e consequentemente, manutencao de um bom clima de convivencia regional, nos disponibilizarmos para exploracao conjunta de recursos passiveis de gerar confusoes devido a confusa localizacao geo-territorial, a reparticao dos Resultados da Exploracao, enquanto resultado final da acao conjunta (razoes proprias me impedem de fazer referencia ao termo "Resultado Liquido do Exercicio"),  - tambem nao confundir com "Resultado Bruto da Exploracao" (obtido na sequencia da deducao dos Custos das Mercadorias Vendidas e Materias Consumidas ao Volume Total das Vendas do Periodo, com particular atencao a aplicacao de principios contabilisticos nomeadamente, de `Especializacao de Exercicios` e Materialidade` - so pode e deve depender das capacidades financeiras participativas de cada um relativamente ao volume total do investimento projetado e efetivamente realizado. E, em principio, nenhum dos pares deveria poder condicionar a participacao do outro que, em termos normais, seria de 50%  para cada lado!... NAO EXISTEM OUTROS ARGUMENTOS/CRITERIOS MAIS PRATICOS PARA ALEM DESTA PROPORCIONALIDADE  LINEAR...  Haverao problemas muito serios se essa situacao nao merecer a atencao que requer do lado das Autoridades do Senegal...
Relativamente a exploracao de Bauxite pela empresa Angolana e os referidos 10% para a Guine-Bissau, gostaria de dizer o seguinte: Nao obstante um desconhecimento absoluto do conteudo do contrato que autorizou uma empresa de um pais amigo a trabalhar dentro do territorio nacional e considerando tanto a natureza como o volume do investimento em causa, NA MINHA OPINIAO, poderemos estar perante um Contrato de Concessao de Exploracao e nao de um Contrato de Exploracao Conjunta ou um simples "Joint Venture". Todavia, sendo esse o caso, ou seja, um Contrato de Concessao de Exploracao de Bauxite, existem, desde logo, elementos contratuais importantissimos que deveriam vir ao publico e nao estao, tais como: Volume Total do Investimento a realizar; Numero Total de Anos de Concessao da Exploracao e o Montante (Dolares/Euros - se as vendas forem realizadas numa dessas moedas) das Rendas Anuais com Termos Normais Diferidas e Posticipadas e, bem como, as respetivas datas de vencimentos ao longo do Periodo de Concessao - no Fim do qual todas as infra-estruturas incondicionalmente, se reverterao a favor do Estado da Republica da Guine-Bissau. Portanto, meus caros, nao entendo a razao dos 10%... Se se trata de uma forma de compensacao em detrimento das referidas Rendas Anuais... entao a empresa Angolana arrumou simplesmente, a parte do seu compromisso financeiro para com a Rep. da Guine-Bissau, associando-a ao Risco do Negocio mas "sem expressao"... - pois, a Rep. da Guine-Bissau, nestas condicoes, recebera Zero Dolares/Euros, se nao existirem Dividendos a Distribuir e acontecera o mesmo nos casos em que, ao existirem, o Conselho da Administracao tenha decidido a Nao-Distribuicao dos mesmos. Com o caminho livre para o mercado, esta empresa so tera de acautelar a eficiencia da sua gestao economica e financeira, como se estivesse a operar dentro do territorio de Angola. 
NAO RASGUEM NADA, VAMOS DICUTIR E PROCURAR UMA VIA RAZOAVEL DE TORNAR O CONTRATO RELATIVAMENTE MAIS JUSTO PARA AMBAS AS PARTES. PELO QUE LI SOBRE A MATERIA, TRATA-SE DE UM IMPORTANTE EMPREENDIMENTO VIRADO PARA O FUTURO!...
2. As Forcas Armadas terao de criar mecanismos que possam facilitar e/ou minimizar, num futiuro muito proximo, as respectivas dependencias economica e financeira do Tesouro Publico, por exemplo: Atravez da criacao e exploracao autonoma, de cooperativas agricolas e pecuarias... Tempos loucos exigem organisacoes tambem, loucas!
Leia tambem:

a. PORQUE ACONTECEU APESAR DE OPORTUNOS CONSELHOS:

b. PORQUE ESTA A ACONTECER NO MALI:

3. P.A.I.G.C.: Que "gente, boa gente" tome conta da direccao desse historico partido nacional para que, finalmente, possa ocupar de forma justa e coerente, o lugar que a historia da Republica da Guine-Bissau lhe reserva. Seguindo a mesma linha do comentario do nosso distinto Jornalista Victor Pereira; nao se trata de querer ou desejar o desaparecimento do P.A.I.G.C. do panorama politico nacional mas sim, que esse Grande Partido, de uma vez por todas, tome conta de si mesmo e saiba cumprir para com o seu designio em termos nacional e quica, internacional, face as expetativas de varia ordem que suscita junto do nosso povo e de congeneres internacionais nomeadamente, o A.N.C, Partido Comunista Chines, Russia, Paises Escandinavos, etc. etc.

"A cobardia e medo nao apenas destruiram a caminhada do filho da madrasta em direcao a N`Tchanha como o conduziram a morte precoce!... N`Tchanha, terra de sonho das nossas criancas e jovens!"

4. Amilcar Cabral: Remeto-vos para um artigo de relevante valor historico depositado no site "Projecto Guine-Bissau Contributo" de autoria do Dr.Ricardino Teixeira,


Ja nao era sem tempo para se conhecer a versao guineense sobre esse tragico acontecimento e grande traicao que foi o assassinato do Sr. Eng. Amilcar Cabral, ha 40 anos, em Conakry.
Nao escondo a minha satisfacao e permita-me agradecer os seus distintos prestimos nessa materia. Porem, um trabalho cabal, como referiu, deveria nao excluir nem "Gatos" e nem "Catchur" - todos contam para que racionalmente,  se possa chegar a um resultado de pesquisa o mais consensual possivel - assim exige investigacao com mente aberta e transparente, em outras palavras; a objetividade!
Sobre a materia em causa, existem obras de toda a ordem, no mercado dos livros, uns procurando mais fama do que o empenhamento serio e portanto, profissional, para, custe o que custar, trazer ao publico a verdadeira versao sobre a materia... Por esta e outras razoes, sugeria a constituicao, a nivel nacional, de uma equipe multidisciplinar e multideologica, para produzir a versao guineense sobre o assassinato de Amilcar Cabral. 40 anos depois, boa razao para lancamento desse monumento historico e que, estruturado a varios niveis, haverao de brindar as nossas criancas e jovens - da Primaria a Complementar dos nossos Liceus...

Manter viva e para sempre, tanto a chama como os ensinamentos dos bons e distintos filhos da Republica da Guine-Bissau!

Honra e Gloria aos nossos Herois Nacionais!
Honra e Gloria a Amilcar Cabral!

VIVA A REPUBLICA DA GUINE-BISSAU!

Viva a unidade nacional na diversidade!

RESPEITO A VIDA! RESPONSABILIDADE E SENTIDO DE ESTADO AOS NOSSOS DIRIGENTES NACIONAIS!

EM TODAS AS CIRCUNSTANCIAS PROCUREM SEMPRE SER JUSTO, TRANSPARENTE, COERENTE E LEGAL NAS VOSSAS DECISOES!

Disse!

Blufondam